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Confiança da indústria sobe, mas continua fraca, aponta FGV

Previsões para os próximos meses estão menos pessimistas. Avaliação sobre situação atual, piorou.

As previsões dos industriais para os próximos meses tornaram-se um pouco menos pessimistas, segundo pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Das 1.072 empresas consultadas, 23,4% prevêem melhora e 37,7%, piora da situação dos negócios nos seis meses de fevereiro a julho de 2009.

Em janeiro passado, estes percentuais haviam sido de 12,8% e 35,8%, respectivamente. Embora reflita um menor grau de pessimismo quanto ao futuro próximo, este é ainda o segundo pior resultado da série para este quesito, incluído na pesquisa em abril de 1995.
A avaliação sobre a situação atual, no entanto, tornou-se menos favoráveis. Como resultado, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou -0,9%, ao passar de 78,1 para 77,4 pontos. Já o o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,7%, ao passar de 72,5 para 75,2 pontos.

Com as alterações nos dois componentes, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) elevou-se em 1,3% entre janeiro e fevereiro de 2009, ao passar de 75,3 para 76,3 pontos.

Apesar de registrar a segunda evolução positiva consecutiva, o índice ainda reflete um ritmo muito fraco de atividade econômica, sendo o quarto menor da série iniciada em abril de 1995, superando apenas os níveis de outubro de 1998 (71,2 pontos), dezembro de 2008 (74,7) e janeiro de 2009 (75,3), considerando-se dados com ajuste sazonal.

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G1, São Paulo




 

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