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Coronavírus: impactos nas relações de consumo, política, economia e logística

Estamos vivendo, atualmente, um momento de pandemia e isolamento social. O Brasil e mais de 180 países e territórios ao redor do globo estão aplicando medidas de quarentena para impedir a disseminação do novo coronavírus.

Esse cenário só mostra o quanto a situação atual é uma das mais preocupantes da história da humanidade. E é lógico que essa abrangência traz impactos diretos para a rotina produtiva dos setores e para a economia mundial.

Para explicar melhor as consequências que o coronavírus está trazendo para o mundo, preparamos este artigo abordando pontos importantes, como política, consumo, economia e logística. Continue com a gente e confira. Boa leitura!

Os impactos do coronavírus nas relações de consumo

Como mencionado na introdução, o impacto que o coronavírus está causando na sociedade é algo inédito na história recente da humanidade — a comoção causada pela nova enfermidade talvez só seja comparável aos períodos das guerras mundiais.

É claro que algo tão abrangente traria consequências no estilo de vida e no nível de consumo da população. E essa mudança significativa já pôde ser notada na China, primeiro país a ser acometido pela doença.

Quando o governo chinês chegou ao consenso de que era necessário conter a disseminação de forma imediata e medidas drásticas, como a quarentena, foram tomadas. Sem a possibilidade de circular livremente, os consumidores buscaram a alternativa mais viável: compras online.

As vendas pela internet aumentaram bastante em pouco tempo — ao ponto de os entregadores de mercadorias serem homenageados por pessoas nas janelas —, bem como a aquisição e utilização de softwares e tecnologias remotas para interação online.

Na contramão disso, setores como o de viagem e turismo apresentaram uma queda brusca. Com as proibições na saída de navios nos portos e as medidas de segurança impostas em aeroportos, muitas pessoas cancelaram ou desistiram de suas viagens. Embora tenha sido no oriente, esse mesmo cenário já pode ser visto na Europa e no Brasil, com os governos tomando medidas parecidas a fim de conter o contágio local.

Os impactos do coronavírus na política e economia

Qualquer pandemia já traria resultados negativos para a economia global. Mas, com o Covid-19 surgindo na segunda maior economia do mundo, os impactos nesse sentido são ainda maiores.

A China é um dos maiores parceiros de vários países ao redor do globo, incluindo o Brasil — aqui, a nação chinesa é maior compradora e uma das principais fornecedoras de produtos. Com a queda na produção da indústria e a proibição de circulação de navios nos portos, várias nações deixaram de comprar ou vender produtos e matérias-primas.

Mercados populares como o Brás, em São Paulo, e Rua da Alfandega, no Rio de Janeiro, são massivamente alimentados por mercadorias chinesas, por exemplo.

Aqui no Brasil, o governo começou a tomar medidas para que os impactos sejam minimizados. Embora ainda haja embates políticos entre o poder Executivo e Legislativo, muitos procedimentos estão sendo definidos nesse sentido.

Uma das mais importantes foi a liberação de 147,3 bilhões de reais feita pelo Ministério da Economia. Será um valor liberado em forma de antecipação do FGTS, abono salarial e 13° salário. Além disso, há uma movimentação do governo para a diminuição de cargas tributária em produtos do setor de medicamentos.

Todavia, ainda que essas medidas sejam importantes para a economia local, há uma maior expectativa por parte da população em termos políticos. Muitos líderes mundiais se mostram ativos no combate ao Covid-19 em seus países, tomando medidas tais quais:

  • Ângela Merkel – Alemanha: liberação de até 15 mil euros para pequenas empresas e freelancers;
  • Emmanuel Macron – França: ajuda de 50 bilhões para subsidiar empresas;
  • Alberto Fernández – Argentina: construção de oito hospitais modulares.

Seguindo a tendência mundial, espera-se que aqui no Brasil sejam tomadas iniciativas igualmente incisivas por parte do Legislativo e do Executivo para a contenção do coronavírus.

O que precisa acontecer no setor de logística

Como setor que trafega naturalmente por todos os outros, a logística acaba sofrendo diferentes impactos por causa dos surtos de Covid-19. Como dito, portos e aeroportos estão restringindo a movimentação de pessoas e de cargas durante esse período, o que gradativamente acarreta em menor abastecimento.

As empresas que trabalham com grandes estoques sofrem menos no primeiro momento, conseguindo manter o padrão de produtividade e venda. Porém, com a persistência do novo coronavírus, logo as consequências serão sentidas em toda cadeia produtiva:

  • revendedor;
  • fabricante;
  • produtor;
  • cliente.

Por isso, para evitar o superfaturamento de preços ou mesmo a falta de produtos, é preciso buscar um consenso entre todas as partes. Como a realização de atividades em home office é praticamente impossível nas operações logísticas, essa união deve acontecer o mais rápido possível.

De acordo com autoridades da saúde, o primeiro ponto que pode ser estudado é cancelar ou paralisar quaisquer processos ou funções que não sejam tão relevantes nesse momento — diminuindo os custos e minimizando os riscos de contágio. Além disso, é preciso analisar as melhores alternativas em relação à produção diária.

Por exemplo, a opção pela terceirização de coletas e entregas alivia os custos de contratação de funcionários fixos para a empresa. Além disso, é interessante contar com ferramentas e equipamentos tecnológicos que podem executar funções que precisariam de dois ou mais colaboradores.

Todas as ações que diminuem tanto os custos quanto a aglomeração de pessoas no dia a dia das empresas devem ser consideradas nesse momento. Assim, será possível manter o setor funcionando dentro da normalidade sem aumentar os riscos de exposição ao coronavírus.

Posicionamento e ações da TPC

Como uma marca que se preocupa com o bem-estar dos seus clientes, funcionários e da sociedade em geral, a TPC não se mostra alheia à pandemia e toma medidas importantes para impedir que o coronavírus se torne um problema ainda maior.

Em comunicado oficial, Leonardo Barros, presidente da TPC, afirma que a segurança coletiva é a maior prioridade neste momento para a empresa. Por esse motivo, há um monitoramento ininterrupto sobre a evolução do novo vírus e sobre todas as medidas tomadas pelos órgãos governamentais para a sua contenção. As unidades da TPC pelo Brasil, por exemplo, estão monitorando as temperaturas dos colaboradores, além de estarem reforçando procedimentos de higiene.

Dentro da sua rotina de trabalho, visando maior segurança, a TPC também suspendeu quaisquer eventos corporativos, visitas e reuniões, e investiu na elaboração e distribuição de cartilhas com informativos sobre medidas de prevenção ao coronavírus.

Além disso, foi colocado em prática um plano de direcionamento ao trabalho remoto para todas as funções que possam ser executadas dessa forma, evitando maior aglomeração no ambiente empresarial e diminuindo os riscos para profissionais e clientes.

Por fim, a TPC afirmou que acredita na colaboração geral e que em breve o mundo superará mais essa dificuldade.

Em suma, assim como afirmou o presidente da TPC, esse é um momento de união por parte de toda a sociedade. Sem a existência de um tratamento específico, a prevenção é o melhor caminho para o combate ao coronavírus. Como empreendedor, você precisa se manter atualizado em relação às medidas tomadas pelo governo, além de buscar sempre as melhores alternativas para manter os serviços em excelência mesmo diante de uma situação que demanda maiores cuidados.

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