Desafios gerados pela pandemia levam operadores logísticos a outro patamar

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O crescimento do setor de logística continua sendo destaque na imprensa, sobretudo pelo avanço das vendas online, e  não para por aí. Os desafios e aprendizados gerados pela crise sanitária levaram o mercado a um novo patamar. Se antes o segmento já era considerado essencial, os investimentos necessários para enfrentar a fase de grandes transformações permitiram um desenvolvimento expressivo, tornando as atividades de transporte, distribuição e armazenagem ainda mais imprescindíveis.

Apesar do foco das empresas, agora, estar mais voltado para os planos futuros, ou seja, aqueles ligados à tão sonhada pós-pandemia, os Operadores Logísticos ainda guardam as ações aplicadas no auge da Covid-19 como estratégicas para os próximos passos. E a Coopercarga é um deles. Recentemente, ao observar a retomada do crescimento econômico, a empresa atualizou o seu plano estratégico traçado até 2023, sendo mais criteriosa nas decisões e realizando um forte trabalho de Inteligência de mercado, analisando as tendências e focando na sustentabilidade dos seus negócios.

“Entre as diversas ações que realizamos nos últimos meses, podemos destacar que nosso primeiro semestre de 2021 foi além do que esperávamos. Enfrentamos as adversidades e aprendemos com elas. Ainda em meio à pandemia, assumimos o compromisso de trabalhar para que até 2026 tenhamos uma frota 100% elétrica nos veículos leves. Alinhamos expectativas e, para os próximos meses, projetamos um Grupo Coopercarga ainda mais competitivo, com grandes ações em todos os nossos negócios”, destaca o presidente do Grupo, Osni Roman.

Ao lembrar do início da crise sanitária no Brasil, Roman fala sobre a idealização e a realização de vários eventos de forma remota, como a segunda oficina de sustentabilidade/ESG, com a participação dos clientes. A organização dos encontros virtuais mostrou a superação de um dos primeiros desafios enfrentados pela Coopercarga: a adoção do on-line como prática diária.

“Se antes era uma alternativa, a partir da pandemia aceitamos como uma solução, tanto interna quanto externa. Passamos a encontrar nossos clientes de forma digital e, com isso, nossas reuniões se tornaram mais efetivas e pontuais. Internamente, nossos líderes seguiram pelo mesmo caminho e a acessibilidade rompeu as barreiras de distância, aproximando e integrando nossos colaboradores. Tivemos um delicado período de adaptação à nova realidade de trabalho, que incluiu uma adequação no nosso quadro de colaboradores e mudanças estratégicas, tanto para o ano de 2020 como para 2021”.

TPC

Na TPC, o cenário de instabilidade levou a empresa a frear todos os investimentos não essenciais, sendo mantidos apenas aqueles voltados às novas implantações de operações. O foco era superar os principais desafios gerados pela crise sanitária, que eram: garantir a continuidade das operações dos clientes, preservar o fluxo de caixa e manter ao máximo o emprego dos 4.500 funcionários em meio à redução de jornada determinada pela lei.

Já em 2021, quando houve alguns retornos positivos, foram feitas 700 contratações para oito novas implantações – operações de Centros de Distribuição acima de 20 mil metros quadrados. Aliado a isso, foi dada continuidade aos investimentos em tecnologia. “Já vínhamos, nos últimos 2 anos, em um patamar alto de investimentos em uma plataforma digital com inteligência artificial para gestão da Supply Chain de nossos clientes, integrada às nossas operações, chamada de Lis”, conta o diretor comercial, Eduardo Leonel.

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